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Treze especialistas argelinos viajaram para o local do acidente na região de Gossi, a cerca de 150 km de Gao (norte do Mali), com colegas franceses, malineses e espanhóis. Nenhum dos 118 passageiros, incluindo 54 franceses, 23 burquinenses, oito libaneses, seis argelinos e seis espanhóis, sobreviveram. O avião, um McDonnell Douglas MD-83 alugado da empresa espanhola SwiftAir, fazia o trajeto Uagadugu-Argel e caiu menos de uma hora após sua decolagem.
"Várias amostras colhidas no local não puderam ser analisadas, dada a magnitude do acidente e as condições desfavoráveis de trabalho e de conservação dos corpos", acrescentou o diretor da polícia judiciária. Os especialistas são forçados a recorrer a testes de DNA para identificar os corpos.
Segundo o vice-diretor do Instituto de Pesquisa Criminal da Gendarmaria francesa, coronel Patrick Touron, os especialistas não viram "nenhum corpo íntegro", mas "corpos profundamente fragmentados e sem possibilidade de identificação por métodos convencionais". O presidente francês, François Hollande, declarou no sábado que "assim que possível, todos os corpos serão trazidos de volta para a França".