Um dos chefes dos Hached, o xeque Hussein ben Abdullah Al-Ahmar, anunciou sua "demissão do Partido do Congresso Popular Geral (de Saleh) para protestar contra a repressão dos manifestantes pacíficos em Sanaa, Taez e Aden". A Hached, considerada a principal tribo iemenita, é formada por nove grupos, como o de Sanhan, ao qual pertence o chefe de Estado.
Na localidade de Amran, o anúncio do xeque Hussein foi comemorado por uma multidão de membros tribais, como os chefes da Baqil, a segunda em importância no Iêmen e a mais numerosa. Os representantes de diversas tribos estavam presentes durante a concentração que reniu milhares de pessoas, a maioria armadas.
A assembleia anunciou seu apoio ao movimento de revolta contra o presidente, que começou em 27 de janeiro e se intensificou a partir de 13 de fevereiro, aos gritos de "o povo quer a queda do regime".
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