San Marcos e Quetzaltenango, na região Leste, foram os principais pontos atingidos. Com o epicentro do abalo no Oceano Pacífico, alertas de tsunami chegaram a ser feitos, mas ondas gigantes não chegaram a se concretizar.
Informes preliminares do gabinete do presidente do país, Otto Pérez Molina, indicaram 100 desaparecidos e pelo menos 15 vítimas de soterramento confirmadas. Muitas delas estavam num presídio de San Marcos, de onde 154 prisioneiros foram resgatados.
O Ministério de Energía e Minas da Guatemala confirmou que pelo menos 26 mil locais estão sem luz. O diretor geral do centro sismológico da nação, Eddy Sánchez, afirmou que o tremor foi o mais forte a atingir o país desde o grande terremoto de 1976, que causou destruição em massa.
Molina declarou estado de alerta vermelho em todo o país enquanto tratam do resgate de vítimas e restauração de serviços básicos. Ele está reunido no Salão das Bandeiras do Palácio Nacional com diversos ministros e funcionários especializados em gestão de crises.