Israel prossegue nesta quarta-feira com a expulsão de ativistas estrangeiros detidos depois do ataque à frota humanitária pró-palestina. Segundo a rádio militar do país, foram realizadas 250 deportações, depois das 45 na segunda e terça-feira. Segundo a agência oficial jordaniana Petra, 126 pessoas cruzaram a fronteira pela ponte Allenby. Destas, 30 são da Jordânia e as demais oriundas do Bahrein, Kuwait, Marrocos, Síria, Argélia, Omã, Iênem e Mauritânia, assim como da Indonésia, Paquistão, Malásia e Azerbaijão.
Por outra parte, 60 turcos esperavam no aeroporto Ben Gurion, de Tel Aviv, para pegar voos especiais para serem repatriados. Eles foram levados para o local da prisão de Beersheva (sul). A frota humanitária, de seis barcos, era integrada ppor 682 pessoas de 42 nacionalidades. Quarenta e oito ativistas permanecem hospitalizados.
Israel também começou a repatriar as famílias do pessoal diplomático de Ancara. Segundo a rádio, que cita um alto funcionário, a medida diz respeito a cerca de 50 familiares de servidores do consulado e embaixada de Israel em Ancara.
Israel expulsa outros 250 estrangeiros da frota humanitária
Ativistas já começam a chegar a seus países de origem