O serviço israelense de segurança interior, Shin Bet, confirmou o acordo, destacando que Ayman Sharawna, de 36 anos, originário da Cisjordânia e ativista do movimento islamita Hamas, seria autorizado a retornar à sua casa, após cumprir o exílio e sob a condição de que renuncie a toda "atividade terrorista". O ex-prisioneiro de alta segurança chegou à noite a Gaza, onde foi hospitalizado para a realização de exames médicos.
Sharawna foi detido no ano de 2002 e condenado a 38 anos de prisão, antes de ser libertado em 2011 no âmbito da troca de mil prisioneiros pelo soldado israelense Gilad Shalit. Em seguida, voltou a ser detido por violação das condições de sua libertação, segundo Israel, sem que tenham sido publicadas as provas de sua culpa.