Segundo a defesa civil, que informou a decisão às famílias e embaixadas envolvidas, não há mais condições de segurança para operar na parte submersa do cruzeiro.
No dia 13 de janeiro o navio naufragou após encalhar com mais de 4 mil passageiros a bordo, no litoral da Toscana. A embarcação iniciava um cruzeiro pelo Mediterrâneo. Dezesseis corpos foram localizados após o naufrágio.