Segundo o ministro, o combustível pode se dispersar no mar, contaminando a costa, prejudicando a fauna marinha e a alimentação dos pássaros. "Estamos preparados para intervir em caso de vazamento para o mar", disse Clini, lembrando que o casco do navio sofreu danos graves.
Porém, o ministro ressaltou que “a prioridade é salvar os eventuais sobreviventes e começar a esvaziar (neste momento) os tanques é perigoso". Clini destacou ainda que já existem regras estabelecidas sobre a passagem de grandes embarcações pela costa italiana. Para ele, não é necessário aumentar o rigor.
"A medida de prevenção será provavelmente associar a gestão dessas rotas às boas práticas. A ideia é unir os objetivos de proteção do ambiente já previstas", disse o ministro. O navio Costa Concordia naufragou na última sexta-feira. Havia 4,5 mil pessoas a bordo, das quais 53 eram brasileiras. Todos os brasileiros sobreviveram. Pelo menos seis pessoas morreram.