Patriota e outros chanceleres, presentes na reunião nos Estados Unidos, foram informados sobre a renúncia pelo ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Guido Westerwelle. Até a renúncia, o governo brasileiro defendia o respeito às manifestações populares no Egito – que há 18 dias enfrentava uma onda de protestos contra o governo.
A oposição reivindica garantias de realização de eleições parlamentares e presidenciais de forma democrática e livre, além da instalação de uma Assembleia Nacional Constituinte para promover reformas e o fim do estado de emergência. Em comemoração à renúncia de Mubarak, manifestantes saíram às ruas e celebram o fim de quase 30 anos de poder.