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Uma esquadra de 20 destróieres da Marinha e outras embarcações se dirigiam para a região da ilha de Honshu, na devastada costa do Pacífico, enquanto 25 jatos da Força Aérea fazem voos de reconhecimento sobre a área da catástrofe.

Tremor de 8,9 sacudiu o Japão às 14h45, horário local | Foto: Toshifumi Kitamura / AFP / CP
Centenas são resgatados em escola
Segundo a agência de notícias Kyodo, helicópteros do exército resgataram centenas de pessoas presas em uma escola de ensino fundamental de Watari, no município de Miyagi, e outras aeronaves levaram outras 10 pessoas para áreas seguras perto de Rikuzentakata, no município de Iwate.
As forças de polícia de Tóquio e Osaka, a Agência de Gestão de Incêndios e Desastres e o ministério da Saúde também destacaram rapidamente equipes médicas e de resgate.
Em discurso transmitido pela televisão, o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, usando traje dos serviços de emergência, disse ter "estabelecido imediatamente um quartel-general de crise para responder ao desastre."
"O governo fará todo esforço possível para assegurar a segurança do público e manter os danos na menor extensão possível", afirmou. "Eu peço que o público se mantenha completamente vigilante e acompanhe os informes de TV e rádio, e peço a todos que ajam calmamente", acrescentou.
O Japão informou ter recebido ofertas de ajuda de Austrália, Taiwan, Coreia do Sul, China, México, Tailândia, Nova Zelândia, Israel, Cingapura, Indonésia, Azerbaijão, Índia, Rússia, Turquia, Alemanha, França, Bélgica, Ucrânia, Eslováquia, Emirados Árabes Unidos, Suíça, Hungria, Polônia e Jordânia.