Tristane, romancista e escritora de 31 anos, afirmou em fevereiro de 2007, em um programa de televisão, que havia sido agredida sexualmente por Strauss-Kahn, que na época não era o número um do FMI. A identidade do político, no entanto, foi censurada durante o programa do canal de televisão Q. O advogado disse ainda que na ocasião a mãe da escritora, Anne Mansouret, conselheira regional socialista, "convenceu Tristane a não apresentar uma demanda".
O anúncio aconteceu depois de Strauss-Kahn ser indiciado por agressão sexual, retenção ilegal (cárcere privado) e tentativa de estupro de uma mulher de 32 anos em um quarto do hotel Sofitel, em Nova Iorque. Segundo um de seus advogados, ele pretende "lutar contra as acusações", que considera inverídicas.