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Os dois jornalistas estavam acompanhados de um fortógrafo da agência Getty Images, Joe Raedle. Desde sexta-feira, não foi estabelecido nenhum contato com os três jornalistas.
Clark, que trabalha na sede em Paris, viajou em 8 de março como enviado especial à Líbia. Schmidt, fotógrafo do escritório de Nairóbi, viajou ao leste do país em 28 de fevereiro.
Vários jornalistas estão desaparecidos desde o início do conflito na Líbia. A emissora de televisão do Qatar, Al-Jazeera, indicou no sábado que quatro de seus profissionais, entre os quais estão um norueguês e um britânico, foram detidos pelas autoridades de Trípoli.
O regime de Kadhafi prendeu também quatro jornalistas do New York Times desde a terça-feira passada no leste da Líbia. O jornal americano informou que eles seriam libertados na sexta-feira, mas não foi feito nenhum anúncio nesse sentido.
O câmera da rede Al-Jazeera foi assassinado no último dia 12 de março depois de uma emboscada perto de Benghazi, reduto dos rebeldes na Líbia. Trata-se da primeira vítima da imprensa internacional na Líbia desde o início das revoltas em 15 de fevereiro.
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