Google, o sindicato de autores e a associação de editores americanos haviam chegado a um consenso, em outubro de 2009, a respeito dos direitos autorais nos livros digitais, pelos quais o motor de busca comprometia-se a pagar 125 milhões de dólares a escritores com obras digitalizadas sem autorização.
Haveria também um "Fundo de Direitos do Livro" que asseguraria um rendimento aos que aceitassem a digitalização de seus escritos. O Departamento de Justiça chegou a questionar o acordo porque conferia ao Google "vantagens importantes e potencialmente monopolizantes".