Em sua primeira aparição pública desde que foi destituído pelo exército, em 3 de julho, o primeiro presidente egípcio eleito democraticamente declarou: "Sou o doutor Mohamed Mursi, o presidente da República". "Este tribunal é ilegal".
Mursi foi levado de helicóptero ao tribunal no qual seria julgado ao lado de 14 ex-dirigentes de seu governo, supostamente por ter "incitado" as forças de segurança a matar manifestantes em 5 de dezembro de 2012, segundo o chefe de polícia do Cairo, Osama al Soghayar. Mursi pode ser condenado à pena de morte ou prisão perpétua.