Durante a audiência desta terça-feira, um advogado de um dos co-acusados de Mursi pediu a recusa de dois dos três juízes, explicando que um deles havia falado do caso em uma entrevista. O julgamento já foi adiado em várias oportunidades desde seu início, no dia 4 de novembro de 2013.
O ex-chefe de Estado islamita enfrenta um total de quatro julgamentos enquanto seu movimento Irmandade Muçulmana, declarado uma organização terrorista pelas novas autoridades, está no centro de uma violenta repressão.