"A decisão de hoje é um revés temporário e pretendemos apelar à medida que continuamos a nossa luta contra a epidemia de obesidade", declarou o prefeito em um comunicado. O magistrado havia dado razão em março aos fabricantes de refrigerantes, liderados pela American Beverage Association (ABA, por sua sigla em inglês) e pela Associação Nacional de Restaurantes (NRA, por sua sigla em inglês), que pediram o bloqueio da iniciativa de Bloomberg.
A decisão do juiz qualificava a restrição à venda de refrigerantes de 16 onças (470 mililitros) em restaurantes de fast food e outros locais como uma medida "arbitrária". A medida proposta não impedia que as pessoas comprassem bebidas em recipientes menores. A proibição não incluía produtos vendidos em supermercados ou à base de frutas ou leite, muitas das quais também contêm grandes quantidades de açúcar.