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Khadafi diz à comunidade internacional que intervenção militar é inválida

Governo líbio insiste que está respeitando o cessar-fogo, apesar de bombardeios em Benghazi

Governo líbio insiste que está respeitando o cessar-fogo, apesar de bombardeios em Benghazi, onde rebeldes permanecem
Governo líbio insiste que está respeitando o cessar-fogo, apesar de bombardeios em Benghazi, onde rebeldes permanecem Foto : Patrick Baz / AFP / CP
Sob ameaça de, a qualquer momento, a Líbia sofrer intervenção militar internacional, o presidente Muammar Khadafi afirmou, neste sábado, que a ação é “inválida”. O recado de Kadhafi, segundo ele, foi uma “mensagem urgente” para os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da França, Nicolas Sarkozy, e ao primeiro-ministro britânico, David Cameron. Norte-americanos, franceses e britânicos aprovaram a ação na Líbia.

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O governo líbio insiste em dizer que está respeitando o cessar-fogo. Porém, há relatos de que as forças leais a Khadafi ingressaram na região de Benghazi – que estava sob domínio da oposição – e que houve bombardeios intensos no centro e no sul da cidade. Um avião foi derrubado no local.

“Todo o povo líbio está comigo e está disposto a morrer por mim, os homens, as mulheres e as crianças”, afirmou Khadafi. O recado era uma mensagem à comunidade internacional sobre a decisão, definida anteontem, pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, de impor uma zona de exclusão aérea e autorizar ação militar no país.

Para o Conselho de Segurança, a decisão levará Khadafi a encerrar os confrontos e acabar com a onda de violência na Líbia. Mas, hoje, o presidente líbio indicou que não pretende deixar o poder e demonstrou que resistirá à pressão internacional.


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