Em uma mensagem de vídeo divulgada pela internet, o ativista sírio dos direitos humanos Haytham Maleh chamou seus compatriotas a "continuar pressionando o governo para obter a satisfação de nossas reivindicações indispensáveis". "Se o governo não atender a estas demandas, deverá assumir a total responsabilidade pelas consequências do movimento popular", advertiu.
Nessa quinta-feira, em seu primeiro discurso desde o início das manifestações, Assad afirmou que seu país enfrenta "uma conspiração", e não proclamou o fim do estado de emergência, vigente desde 1963, que havia prometido abolir.