"Farei o possível de acordo com o direito americano. Não quero atrapalhar sua defesa ou tomar qualquer posição relativa aos fatos pelos quais é acusado", acrescentou.
Segundo Lagarde, a prisão de "DSK foi um golpe muito brutal para a instituição" que constitui o FMI. "Todos certamente viveram isso com dor", porque Dominique Strauss-Kahn era um "diretor geral admirado, que fez um bom trabalho".
Strauss-Kahn pediu renúncia de seu posto no FMI no dia 19 de maio, depois de ter sido acusado de crimes sexuais pela camareira de um hotel em Nova Iorque.