A perfuradora T-130 começou a cavar no domingo e até quarta-feira estava a 268 metros de profundidade na primeira fase dos trabalhos, de um total de 630 metros previstos. Ao atingir essa profundidade, teve que parar por 14 horas para a mudança de alguns cabos. Mas o problema no martelo postergou esse conserto por mais dois dias.
A máquina deve alargar um primeiro ducto já construído, de 630 metros. Ao atingir essa profundidade, deve aumentar o ducto para que chegue a cerca de 70 cm de diâmetro, o que permitirá a saída dos trabalhadores, presos desde 5 de agosto.