A Alta Corte de Londres confirmou na quarta-feira a extradição de Assange para a Suécia, ao fim de uma batalha jurídica de 11 meses que pode continuar com uma apelação ao Supremo Tribunal. Assange, cidadão australiano, é acusado por duas mulheres de ter forçado relações sexuais e tem 14 dias para apresentar uma apelação ao Supremo Tribunal britânico.
Christine Assange afirma que o filho, que abalou o governo dos Estados Unidos com a publicação de 250 mil telegramas diplomáticos do país, é perseguido por defender seu ideal de "verdade e justiça". Ela pediu a Canberra que negocie um acordo com Estocolmo para obter a garantia das autoridades suecas de que não será extraditado aos Estados Unidos, onde poderia ser julgado por espionagem.