"Maioria é maioria e isso deve ser respeitado. Na democracia não se pode tentar emboscadas, tramas para vulnerar a soberania popular, a vontade popular (...) Isso só tem um nome: golpismo", insistiu Maduro.
Mais cedo, a equipe de campanha de Maduro já havia acusado o candidato Henrique Capriles de estar por trás de "um golpe de Estado", depois de o opositor ter pedido a seus seguidores que protestassem a partir desta segunda contra a proclamação "ilegítima" de Maduro por parte do CNE. Maduro, herdeiro do falecido Hugo Chávez, conquistou a presidência com 50,75% dos votos contra 48,97% de Capriles, segundo o último registro do CNE.