A Carta Magna da Venezuela afirma que caso seja decretada a ausência antes da posse ou nos primeiros quatro anos de governo, devem ser convocadas novas eleições presidenciais, no prazo de 30 dias. "O período constitucional 2013-2019 começa em 10 de janeiro. No caso do presidente Chávez, que é um presidente reeleito, ele continua em funções e a formalidade de seu juramento poderá ser resolvida perante o TSJ", enfatizou Maduro, em entrevista ao canal oficial VTV.
Diante das incertezas causadas pelos rumores sobre o agravamento do estado de saúde de Chávez, o governo venezuelano promove uma campanha para tranquilizar a população. As autoridades venezuelanas acusam a oposição de estimular o clima de dúvidas no país. Em seu pronunciamento, na noite de quinta, o ministro Ernesto Villegas leu um comunicado oficial e disse que há uma “guerra psicológica” no país com o objetivo de “desestabilizar” a região.
Por outro lado, a oposição a Chávez cobra mais informações sobre o estado geral de saúde do presidente. Internado há quase um mês em Havana, Cuba, para tratamento de combate ao câncer, Chávez não aparece em público desde o início de dezembro. Em 18 meses, foi submetido a quatro cirurgias.