Maduro defende que sejam promovidos "atos e eventos comemorativos em todo o território nacional que exaltem o pensamento bolivariano de Chávez, o amor infinito ao seu povo, a defesa permanente do legado e o exemplo infinito".
Nascido em 28 de julho de 1954, Hugo Chávez morreu em 5 de março deste ano, depois de uma luta de quase dois anos contra um câncer na região pélvica. Em 8 de dezembro de 2012, ele anunciou ao país que era "absolutamente imprescindível" submeter-se a nova intervenção cirúrgica (a quarta) e pediu aos venezuelanos que, no caso de alguma circunstância que o inabilitasse para continuar à frente da Presidência, elegessem Nicolás Maduro como seu sucessor.
Também, em 8 de dezembro, estão convocadas eleições municipais na Venezuela. Além do dia pelo amor a Chávez, Nicolás Maduro propôs a criação de um sistema de museus da revolução bolivariana, centrado na vida do libertador Simón Bolívar (militar e político venezuelano), do seu antecessor Hugo Chávez e na história dos povos indígenas.
Vicente Díaz, reitor do Conselho Nacional Eleitoral, reagiu ao decreto, definindo-o como ato de manipulação. "Isso é um ato de intromissão clara do Poder Executivo, com atos de celebração em todo o país, quando se está realizando uma jornada eleitoral”, disse.