Pelo menos 10.480 civis, 3.716 soldados e 830 desertores morreram na repressão e nos combates. O OSDH considera civis os homens armados que lutam contra o regime.
"Se a comunidade internacional permanecer em silêncio e se limitar a observar a situação, sangue continuará sendo derramado na Síria", disse Rami Abdel Rahman, presidente do OSDH. "A violência aumentou nos últimos dois meses e a situação está piorando", advertiu.