No dia 13 de janeiro, o Costa Concordia, que transportava 4.229 pessoas, sendo 3.200 turistas de 60 nacionalidades diferentes e mais de mil integrantes da tripulação, chocou-se com um rochedo.
Além de Francesco Schettino, o comandante do Costa Concordia, e de seu segundo comandante, Ciro Ambrosio, sete outros funcionários da empresa Costa Crociere são acusados pela justiça italiana neste caso, por homicídio por negligência, naufrágio e falta de comunicação às autoridades marítimas. O capitão também é acusado de abandonar o seu navio, enquanto a evacuação de passageiros estava em andamento.