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Especialistas em direito estão divididos se a queda do voo constitui um crime de guerra. Advogados dos 11 países dos quais as 298 vítimas provinham também teriam que avaliar onde os supostos criminosos seriam trazidos à justiça.
Suspeita-se que o avião tenha sido atingido por um míssil terra-ar quando sobrevoava a região de Donetsk. A Ucrânia e os EUA acusam os rebeldes apoiados por Moscou de dispararem o míssil, enquanto a Rússia e os separatistas negam a responsabilidade.
Apesar de um número crescente de evidências, Najib continua a adotar uma posição cautelosa. Ele reiterou nesta quarta-feira que a Malásia não irá indicar culpados até que sejam apresentadas evidências concretas.
Entre as questões em aberto, o primeiro-ministro malaio citou que ainda não se sabe se o avião foi atingido por um míssil guiado, as identidades dos criminosos, os motivos, e quem forneceu o armamento. Najib também ressaltou que o país quer saber se o ataque foi planejado ou um acidente. "Tudo isso requer clara e comprovada evidência", afirmou.