"Vocês se parecem com os jovens de Tunísia e Egito. Não queremos uma revolução violenta, mas um levante pacífico (...) Ergam a voz de forma pacífica e civilizada, pois expressar as opiniões é garantido pela Constituição", informou o grupo em um comunicado publicado no site. "Não se deve aceitar a injustiça", ressaltou.
"Não somos contra ti, mas contra a monocracia, a corrupção e a tirania e o fato de que a tua família e teus próximos tenham monopolizado as riquezas", acrescentou o texto, em alusão ao presidente sírio, Bashar al Asad. O Facebook é bloqueado pelas autoridades sírias, mas os internautas, graças a alguns programas, conseguem evitar a censura.