Os manifestantes, que também realizam um jejum em uma igreja de Washington, reivindicam o fechamento da prisão de Guantánamo, "como tinha prometido o presidente Barack Obama", assim como a de Bagram (no Afeganistão). Eles exigem também a suspensão da Lei de Autorização da Defesa, que permite deter por tempo indeterminado e sem julgamento acusados de atentar contra a segurança nacional. "Já faz dez anos que as pessoas podem ser detidas por tempo indeterminado e sem julgamento, sem saber quando serão libertadas nem de que são acusadas", denunciou Brian Terrell, um dos manifestantes.
Manifestantes protestam contra os dez anos da prisão de Guantánamo
Entidades de direitos humanos se reúnem em Washington
Militantes da organização Testemunhas contra a Tortura, vestindo roupas alaranjadas ou presos em jaulas, se reuniram nesta segunda-feira em frente à Casa Branca, em Washington, para exigir o fechamento da prisão de Guantánamo, aberta há dez anos pelos Estados Unidos. Pequenos grupos se manifestarão 24 horas por dia até a quarta-feira, data do aniversário da chegada dos primeiros prisioneiros à polêmica prisão situada em uma base americana no sudeste da ilha de Cuba. Também haverá um grande comício convocado por organizações de defesa dos direitos humanos, entre elas a Anistia Internacional.
Os manifestantes, que também realizam um jejum em uma igreja de Washington, reivindicam o fechamento da prisão de Guantánamo, "como tinha prometido o presidente Barack Obama", assim como a de Bagram (no Afeganistão). Eles exigem também a suspensão da Lei de Autorização da Defesa, que permite deter por tempo indeterminado e sem julgamento acusados de atentar contra a segurança nacional. "Já faz dez anos que as pessoas podem ser detidas por tempo indeterminado e sem julgamento, sem saber quando serão libertadas nem de que são acusadas", denunciou Brian Terrell, um dos manifestantes.
Os manifestantes, que também realizam um jejum em uma igreja de Washington, reivindicam o fechamento da prisão de Guantánamo, "como tinha prometido o presidente Barack Obama", assim como a de Bagram (no Afeganistão). Eles exigem também a suspensão da Lei de Autorização da Defesa, que permite deter por tempo indeterminado e sem julgamento acusados de atentar contra a segurança nacional. "Já faz dez anos que as pessoas podem ser detidas por tempo indeterminado e sem julgamento, sem saber quando serão libertadas nem de que são acusadas", denunciou Brian Terrell, um dos manifestantes.