Os militantes lembraram da onda de saques e manifestações que há nove anos deixaram 30 mortos, dezenas de feridos e levaram à renúncia do conservador Fernando de la Rúa. A queda de De la Rúa, em meio a pior crise econômica da história da Argentina, abriu caminho à chegada ao poder do peronista Néstor Kirchner.
Os protestos violentos desta segunda-feira não foram reprimidos pela polícia, que tem ordem expressa da presidente Cristina Kirchner, sucessora e viúva de Néstor, para não usar armas de fogo ou bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes.