De acordo com Díaz em uma coletiva de imprensa, o condutor José Francisco Garzón Amo, de 52 anos, se negou a falar com a polícia e será colocado no domingo à disposição do juiz. Pouco antes, ao visitar o local do acidente, o ministro do havia afirmado que "há indícios razoáveis para considerar que possa ter uma eventual responsabilidade no que ocorreu, que deverá ser determinada, em todo o caso, pelo juiz e pela investigação que está aberta pelas autoridades do Fomento e pelas autoridades técnicas competentes".
Desde quinta-feira, as primeiras hipóteses apontavam para um excesso de velocidade como causa provável do acidente, embora o ministro tenha se limitado a afirmar a respeito que "há informações públicas nas quais não vou entrar" e tampouco tenha detalhado quais são os indícios que supostamente apontam para o maquinista.