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Marcopolo projeta prejuízo mínimo no Egito, apesar de crise

Três funcionários da empresa retornaram do Cairo

Há mais de 72 horas foram interrompidas as operações da fabricante gaúcha de carrocerias Marcopolo em uma indústria localizada a 40 km de Suez, no Egito. Nesta sexta-feira, a empresa, com sede em Caxias do Sul, informou que a crise no País africano atinge somente 2% da produção de veículos da companhia em todo o mundo. A estimativa é de que pelo menos 400 unidades sejam montadas por ano, em uma joint venture com a empresa egípcia GB Auto.

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A Marcopolo minimizou eventais prejuízos, já projetando um plano especial para recuperar o tempo perdido e retomar as atividades na fábrica, que tem mais de 700 funcionários. Nessa quinta, três funcionários com cargo de direção na empresa retornaram do Egito. Conforme a Marcopolo, todos voltaram com tranquilidade e não sofreram hostilidade em terras egípcias.

Outra fábrica caxiense afetada pela crise egípcia é a Randon. Há mais de uma semana, foram suspensas as operações em uma indústria da nação comandada por Hosni Mubarak, que mantém parceria com a companhia brasileira.

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