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A Marcopolo minimizou eventais prejuízos, já projetando um plano especial para recuperar o tempo perdido e retomar as atividades na fábrica, que tem mais de 700 funcionários. Nessa quinta, três funcionários com cargo de direção na empresa retornaram do Egito. Conforme a Marcopolo, todos voltaram com tranquilidade e não sofreram hostilidade em terras egípcias.
Outra fábrica caxiense afetada pela crise egípcia é a Randon. Há mais de uma semana, foram suspensas as operações em uma indústria da nação comandada por Hosni Mubarak, que mantém parceria com a companhia brasileira.