O massacre que deixou 50 mortos em uma boate gay em Orlando, na Flórida, foi cometido por "um combatente do EI" - anunciou neste domingo a agência Amaq, ligada ao grupo extremista Estado Islâmico. "O ataque armado contra uma boate gay na cidade de Orlando, no estado americano da Flórida, deixando mais de 100 mortos e feridos, foi executado por um combatente do Estado Islâmico", afirmou a Amaq, em um breve comunicado citando "uma fonte".
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De acordo com o FBI, a Polícia Federal americana, o atirador era investigado por laços com islamitas. O presidente Barack Obama condenou o "terror e ódio" do tiroteio e manifestou sua consternação com esse "assassinato brutal" e "horrível massacre".
Assassino declarou lealdade ao EI
Citando fontes policiais, a rede NBC disse que o atirador, acusado de matar ao menos 50 pessoas na madrugada de domingo, telefonou para o 911 pouco antes do tiroteio para anunciar sua lealdade ao chefe do EI. A emissora CNN cita, porém, um funcionário americano que declara que "o FBI imediatamente acreditou que era um ataque islamita, por causa dessa chamada".
Massacre em Orlando teria sido cometido por "combatente do EI"
Atirador era investigado por laços com islamitas e já teria prometido sua "lealdade" ao EI, segundo o FBI