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Mediadores de Catar e Egito entregam plano de Trump ao Hamas

Plano divulgado nesta segunda-feira, 29, prevê o fim da guerra entre Israel e o Hamas e para a reconstrução de Gaza

Gaza seria uma zona "desradicalizada” e livre de terrorismo e, se ambos os lados concordarem com esta proposta, a guerra terminaria imediatamente
Gaza seria uma zona "desradicalizada” e livre de terrorismo e, se ambos os lados concordarem com esta proposta, a guerra terminaria imediatamente Foto : AFP

Os mediadores de Catar e Egito entregaram o plano do presidente americano, Donald Trump, para pôr fim à guerra em Gaza ao movimento islamista palestino Hamas, afirmou à AFP um responsável a par das negociações.

O primeiro-ministro do Catar, xeque Mohammed bin Abdelrahman Al Thani, e o chefe dos serviços de inteligência egípcios, Hassan Mahmoud Rashad, 'acabaram de se reunir com os negociadores do Hamas e lhes apresentaram o plano (...) Os negociadores do Hamas declararam que o examinarão de boa fé e darão uma resposta', afirmou essa fonte sob condição de anonimato.

O plano sugere o fim do conflito no território palestino. Gaza seria uma zona "desradicalizada” e livre de terrorismo e, se ambos os lados concordarem com esta proposta, a guerra terminaria imediatamente. Dentro de 72 horas após Israel aceitar publicamente o acordo, todos os reféns, vivos e falecidos, seriam devolvidos e, para cada refém israelense cujos restos mortais forem devolvidos, Israel liberará os restos mortais de 15 pessoas de Gaza, diz a Casa Branca.

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Além disso, toda a ajuda humanitária seria imediatamente enviada para a Faixa de Gaza através das Nações Unidas e suas agências, e do Crescente Vermelho, além de outras instituições internacionais não associadas de nenhuma forma a qualquer uma das partes.

Em plano divulgado nesta segunda-feira, 29, para o fim da guerra entre Israel e o Hamas e para a reconstrução de Gaza, a Casa Branca informou que, se ambas as partes aceitarem o acordo, Gaza terá uma governança "transitória temporária de um comitê palestino tecnocrático e apolítico". O comitê seria composto por palestinos qualificados e especialistas internacionais.