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Michael Moore pede controle estrito de armas após tiroteio em escola dos EUA

Cineasta é engajado na luta contra o porte de armamento no país

Michael Moore é  engajado na luta contra o porte de armamento nos EUA
Michael Moore é engajado na luta contra o porte de armamento nos EUA Foto : Mehdi Taamallah / AFP / CP
O cineasta americano Michael Moore, engajado na luta contra o porte de armas nos Estados Unidos, afirmou nessa sexta-feira, após o tiroteio numa escola primária de Connecticut, que a única forma de honrar as vítimas é exigir uma "regulamentação estrita das armas". "A única maneira de honrar estas crianças mortas é exigir uma regulamentação estrita das armas, um acesso livre aos cuidados psiquiátricos e o fim da violência como programa de política pública", twitou o diretor em sua conta @MMFlint.

O ataque reabriu o debate sobre o controle das armas no país. Moore recebeu, em 2003, o Oscar de melhor documentário por Tiros em Columbine (Bowling for Columbine), sobre o massacre de 13 pessoas em 1999 perpetrado por dois adolescentes em sua escola secundária de Columbine, no Colorado (oeste dos Estados Unidos). "Muito cedo para denunciar uma nação louca pelas armas? Não, tarde demais. Pelo menos trinta e um assassinatos em escolas desde Columbine", escreveu o cineasta em reação às declarações do porta-voz da Casa Branca.

Questionado durante em relação à regulamentação das armas, ao falar sobre as consequências do tiroteio, o porta-voz Jay Carney afirmou que este não é o dia para discutir a questão. "Este não é o momento de falar de uma legislação sobre as armas? De verdade? Quando será o momento então?, questionou Moore.

Na manhã dessa sexta-feira, um jovem atirador assassinou 26 pessoas, incluindo 20 crianças pequenas, na escola do ensino fundamental Sandy Hook. O porta-voz da polícia estadual, tenente Paul Vance, confirmou que o atirador matou 18 crianças dentro do colégio, enquanto duas morreram em um hospital. Também morreram seis adultos e o próprio agressor. As autoridades ainda não esclareceram se o atirador cometeu suicídio ou foi morto em uma ação policial.





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