A renúncia é mais um duro golpe para o premiê Naoto Kan, cuja popularidade está em um nível muito baixo e tem a cabeça pedida pela oposição, que exige sua saída imediata. Kan já afirmou que não partirá sem antes aprovar três leis no Parlamento, ligadas a um segundo esforço orçamentário para a reconstrução, à emissão de bônus do Estado e ao uso de energias renováveis. As informações são da Associated Press.
Ministro da Reconstrução do Japão pede demissão uma semana após assumir o cargo
Oposição exige a saída imediata do primeiro-ministro Naoto Kan
O ministro da Reconstrução do Japão, Ryu Matsumoto, pediu demissão nesta terça-feira, apenas uma semana após assumir o cargo, devido a declarações polêmicas nas zonas devastadas pelo tsunami de 11 de março. Matsumoto, de 60 anos, estava sob o fogo da oposição conservadora por dizer ao governador da devastada prefeitura de Iwate, no nordeste, que "a ajuda iria para as regiões que tivessem ideias, e não para as outras". Durante visita ao governador de outra prefeitura devastada, a de Miyagi, o ministro foi pouco educado, reprovando seu anfitrião por tê-lo feito esperar. Matsumoto disse também que o Estado "não fará nada" se as autoridades locais não chegarem a um acordo sobre a reconstrução dos estabelecimentos pesqueiros.
A renúncia é mais um duro golpe para o premiê Naoto Kan, cuja popularidade está em um nível muito baixo e tem a cabeça pedida pela oposição, que exige sua saída imediata. Kan já afirmou que não partirá sem antes aprovar três leis no Parlamento, ligadas a um segundo esforço orçamentário para a reconstrução, à emissão de bônus do Estado e ao uso de energias renováveis. As informações são da Associated Press.
A renúncia é mais um duro golpe para o premiê Naoto Kan, cuja popularidade está em um nível muito baixo e tem a cabeça pedida pela oposição, que exige sua saída imediata. Kan já afirmou que não partirá sem antes aprovar três leis no Parlamento, ligadas a um segundo esforço orçamentário para a reconstrução, à emissão de bônus do Estado e ao uso de energias renováveis. As informações são da Associated Press.