Segundo a agência estatal TAP, Morjane afirmou que renunciou "pelo interesse da Tunísia", para ajudar que a "revolta popular" leve à maior liberdade no país. O ministro caiu em descrédito por causa das ligações de sua família com Ben Ali. Ele foi um líder da União Democrática Constitucional, partido que dominou a Tunísia por décadas.
Morjane foi um dos oito ministros, incluindo o primeiro-ministro Mohammed Ghannouchi, que permaneceu no governo após a queda de Ben Ali. O governo interino inclui alguns líderes opositores, mas muitos dos principais cargos continuam nas mãos de pessoas ligadas ao ditador deposto.