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De acordo com Kaieda, as autoridades pensavam em provocar a saída de fumaça radioativa no reator nuclear na tentativa de diminuir a pressão. Um porta-voz da Tokyo Electric Power, que controla a usina Fikushima No. 1, afirmou: "A pressão aumentou no contêiner do reator e estamos tentando resolver o problema".
O governo japonês informou que milhares de moradores de um raio de três quilômetros da usina foram retirados depois que o sistema de resfriamento falhou após o forte terremoto de 8,9 graus de magnitude, o maior da história do Japão. Mais cedo, a Associação Nuclear Mundial, a principal entidade da indústria nuclear, disse acreditar que a situação na usina japonesa de Fukushima está sob controle e que o sistema de esfriamento estava recebendo água.
Anteriormente, presidente norte-americano, Barack Obama, afirmou que o premiê japonês Naoto Kan disse a ele que não havia evidência de vazamento nuclear após o terremoto que devastou o país. No entanto, a Força Aérea americana enviou líquidos de resfriamento para uma usina japonesa.
Obama disse ter questionado as autoridades japonesas especificamente sobre a segurança das usinas nucleares quando conversou por telefone com o primeiro-ministro Naoto Kan sobre o desastre. "Ele indicou que estavam monitorando a situação muito de perto. Até agora, não há evidências de vazamentos de radiação, mas obviamente precisam ser tomadas todas as precauções", disse Obama em coletiva na Casa Branca.