O ministro sírio também solicitou a Valerie Amos que “a ONU coloque seus esforços para a reedificação das infraestruturas e hospitais que foram destruídos por terroristas” na Síria. O Governo sírio qualifica a oposição e os rebeldes de “terroristas”. Mouallem quer “coordenar” com a ONU a distribuição de ajuda humanitária aos sírios.
A representante da ONU informou que seu escritório em Damasco “continuará fornecendo ajuda humanitária em coordenação com o governo". Em razão da degradação das condições de segurança, a ONU decidiu suspender suas operações no país e retirar seu pessoal “não essencial”.
A organização internacional mantém a presença no país com pessoal local. Desde março de 2011, a União Europeia aprovou 19 sanções comerciais e financeiras à Síria, além do embargo ao petróleo e às armas.
Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, pelo menos 43 mil pessoas morreram na Síria desde o início em março de 2011 a partir de uma revolta popular contra o regime, que passou para o conflito armado.