Os quase 300 observadores deixaram de monitorar a situação no país em 16 de junho com o agravamento dos ataques das forças do regime de Bashar al-Assad contra a oposição. Ladsous afirmou que a missão da ONU continua tentando ajudar os trabalhadores humanitários no país, mas observou que o governo mantém obstáculos, como a proibição do uso de telefones por satélite.
Antes mesmo da suspensão das patrulhas, governo sírio negou à ONU o uso de helicópteros próprios para o deslocamento em seu território. Ativistas afirmam que mais de 15 mil pessoas morreram no conflito que já dura 15 meses entre o regime de Assad e a oposição.