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Para Ban Ki-moon, os combatentes de todos os grupos devem depor suas armas e se unir em paz. "Este é um momento de reconstrução e de cura, para a generosidade de espírito, não de vingança", disse o chefe da ONU. "Enquanto as autoridades de transição da Líbia preparam o caminho para as eleições e realizam muitos outros passos em direção à construção de sua nova nação, a inclusão e o pluralismo devem ser as chaves", acrescentou.
"Todos os líbios devem ser capazes de reconhecer a si mesmos no governo e na liderança da nação. As grandes esperanças mantidas durante os longos dias de revolução e conflito devem se traduzir em oportunidades e justiça para todos", disse Ban Ki-moon.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, um dos mais fervorosos patrocinadores da intervenção internacional na Líbia, saudou nesta quinta-feira o "desaparecimento de Muammar Kadhafi como um grande passo na libertação da Líbia". "É um grande passo na luta conduzida há mais de oito meses pelo povo líbio para livrar-se do regime ditatorial e violento imposto durante mais de 40 anos", declarou o presidente francês em um comunicado, horas depois da notícia da morte do ex-dirigente líbio.