Desde sua destituição do poder em 3 de julho, o ex-presidente é mantido preso em local não divulgado pelos militares. Também foram detidos mais de 800 simpatizantes de Mursi ligados à entidade Irmandade Muçulmana. O líder supremo da irmandade, Mohamed Badie, que é mantido preso, também deverá ser julgado.
Na relação de pessoas que serão julgadas ao lado de Mursi, estão Essam Al Ariane, que é o segundo do Partido da Liberdade e da Justiça (PLJ), braço político dos Irmãos Muçulmanos, e Mohamed Beltagi, ex- parlamentar e um dos principais simpatizantes do ex-presidente.