A promotora Inga Bejer Engh havia lido pouco antes a ata de acusação e os nomes das oito vítimas de Breivik pela explosão de um carro-bomba perto da sede do governo norueguês. Neste momento, Breivik olhou para baixo.
Posteriormente, a promotora abordou a matança de 69 jovens na ilha de Utoya. Na sala reinava um silêncio quase religioso e só se ouvia a leitura dos nomes enumerados por Bejer Engh. Breivik manteve a cabeça baixa.
Os quatro especialistas psiquiatras que observarão Breivik durante todo o processo, assim como os advogados de defesa e os promotores, também estavam presentes na abertura do julgamento.
Breivik chorou brevemente ao assistir à projeção do filme de 12 minutos que divulgou online no dia de seus ataques.
Com o rosto corado de emoção, Breivik derramou lágrimas durante a projeção em tela grande do filme, que inclui, sobretudo, fotos e desenhos de fundamentalistas muçulmanos.
