O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (9) que a assinatura em uma suposta carta de aniversário enviada ao criminoso sexual Jeffrey Epstein não é sua. O documento, divulgado pela oposição democrata na segunda-feira, é datado de 2003 e faz parte de arquivos pessoais de Epstein, compilados por sua ex-parceira Ghislaine Maxwell.
Trump classificou a carta como "um absurdo" e disse que ela "não é a forma como falo". O texto, inserido no contorno de um corpo feminino, termina com um "feliz aniversário" e "que cada dia seja mais um maravilhoso segredo".
Casa Branca sugere perícia grafotécnica
Em resposta às acusações, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o governo "apoiaria" o uso de peritos grafotécnicos para analisar as assinaturas atribuídas a Trump nos documentos. Leavitt argumentou que a assinatura de Trump é uma das mais conhecidas do mundo e reiterou que ele "não escreveu essa carta" e nem "assinou essa carta".
A porta-voz também se referiu a outro documento divulgado: uma foto de Epstein segurando um cheque de US$ 22.500 supostamente assinado por Trump. Leavitt negou a autenticidade da assinatura, ressaltando que "o presidente não assinou esse cheque". O caso Epstein continua a assombrar a presidência de Trump, com teorias da conspiração circulando entre sua base de apoiadores, que criticam a falta de transparência na gestão do caso.