O líder da maioria no Senado, o democrata Harry Reid, e o republicano Mitch McConnell conduzem as negociações para evitar o calote americano, depois que um acordo neste sentido foi rejeitado na véspera pela Câmara de Representantes. "Espero que estejamos perto do fim dessa provação, desse impasse que nunca deveria ter acontecido para começar", afirmou a senadora Susan Collins, uma republicana moderada que lidera os esforços para atingir um compromisso.
Segundo fontes do Wall Street Journal e do website conservador National Review, o presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, o republicano John Boehner, teria aceitado colocar em votação o plano que está sendo costurado no Senado. A proposta financiaria a administração federal até 15 de janeiro e elevaria o limite legal de endividamento até 7 de fevereiro.
A informação de que o projeto do Senado será colocado em votação na Câmara também foi confirmada pelo deputado republicano Kevin Brady, em entrevista para a emissora Bloomberg. Segundo ele, a votação deve refletir a divisão de opiniões dentro do Partido Republicano. "Nós estamos nos esforçando para nos unirmos e aprovar qualquer projeto que vier do Senado", comentou ele, alertando, porém, que o processo de votação pode se estender até o fim de semana.