Os trabalhos permitem agora aos cientistas "observar o interior das moléculas individuais dentro das células vivas". Durante muitos anos era impossível estudar os menores detalhes das células vivas. Os premiados desenvolveram dois métodos para aperfeiçoar a resolução.
Stefan Hell, de 51 anos, desenvolveu a microscopia de alta resolução chamada STED (Stimulated Emission Depletion). Eric Betzig, 54 anos, e William Moerner, de 61, criaram, cada um de maneira separada, a microscopia monomolecular ("single-molecule microscopy"). As inovações ajudam a compreender doenças como o Mal de Parkinson, Alzheimer e Huntington.
Os vencedores receberão o prêmio em 10 de dezembro em Estocolmo. Eles dividirão oito milhões de coroas suecas (1,1 milhão de dólares).