A partir deste domingo, véspera do início de exercícios militares americanos e sul-coreanos, 350 pessoas do Sul se reunirão até terça-feira com 88 parentes que ficaram do outro lado da fronteira sem notícias durante décadas. Os encontros de famílias são os primeiros organizados desde 2010.
A Coreia do Norte concordou com os encontros, apesar de ter exigido sem sucesso a anulação das manobras militares da Coreia do Sul e dos Estados Unidos. Pyongyang considera o exercício uma preparação para uma invasão do país.
Em estado de confronto quase permanente, as Coreias permanecem tecnicamente em guerra por não terem assinado um tratado de paz depois do armistício de 1953.