A Polícia Federal americana revisou nesta segunda-feira o balanço de vítimas da chacina na boate gay de Orlando para 49 clientes e o atirador mortos, explicando que o autor da matança havia sido contabilizado na cifra inicial. "Não incluímos o agressor como vítima", explicou Paul Wysopal, agente do FBI responsável pela investigação, em uma coletiva de notícias.
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A estratégia antiterrorista dos Estados Unidos voltou a ser questionada depois do massacre de 49 pessoas em uma boate gay de Orlando, executado na madrugada de domingo por um homem conhecido pelo FBI por seus vínculos com o islamismo radical.
O ataque aconteceu na discoteca Pulse, que celebrava uma noite latina com apresentações de drag-queens. As autoridades da cidade do estado da Flórida já conseguiram identificar 21 vítima fatais, em sua maioria com sobrenomes latinos.
O FBI prossegue com as investigações sobre o autor do ataque, Omar Mateen. Líderes muçulmanos dos Estados Unidos, o Papa Francisco e governantes de todo o mundo condenaram o ataque, o mais grave ato terrorista em território americano desde os atentados de 11 de setembro de 2001.
O FBI admitiu que Omar Mateen, de 29 anos, havia sido investigado por seus contatos com um terrorista americano. O agente especial do FBI Ronald Hopper também disse que antes de atacar a boate gay de Orlando, Mateen ligou para o número de emergência 911 e expressou lealdade ao grupo Estado Islâmico (EI).
Novo balanço indica 49 mortos em massacre de Orlando
Polícia revisou número de vítimas de ataque em boate gay