Apesar de ser mais leve que o satélite americano que caiu no Oceano Pacífico, como confirmou a Nasa nesta terça, a sonda alemã tinha seus componentes revestidos por material resistente a calor. Por conta disso, mais pedaços vão superar a reentrada, elevando para 1 a cada 2 mil as chances de alguém ser atingido. No caso do Uars, o perigo era de 1 em 3.200.
Ainda assim, de acordo com a DLR, o perigo é muito tênue de que haja dano para a população global durante o mergulho do satélite para sua destruição. Os números ainda não foram calculados com precisão, mas a reentrada ocorrera entre a última semana de outubro e a primeira de novembro.