Obama disse que a Síria se tornou o “marco zero para jihadistas de todo o mundo”. O presidente afirmou que o chefe dos serviços secretos norte-americanos, Jum Clapper, reconheceu que subestimou o que estava acontecendo na Síria. Além disso, Obama também declarou que seu governo superestimou a capacidade do Exército iraquiano em combater os extremistas do EI.
Segundo o presidente, que lidera a coligação com França e Reino Unido, entre outros países, para combater o grupo, os propagandistas do EI se tornaram muito experientes em utilizar meios de comunicação social para atrair recrutas, tanto em países islâmicos quanto em democracias ocidentais, “que acreditam no seu absurdo jihadista”.
Obama afirmou que a solução exige ação militar, com os ataques aéreos que buscam limitar a expansão do EI e de seus recursos, como as refinarias de petróleo tomadas pelo grupo, um dos principais alvos do bombardeio liderado pelos EUA. Ele disse, porém, que Síria e Iraque também precisam resolver suas crises políticas. Enquanto a Síria enfrenta uma guerra civil que matou centenas de milhares de pessoas desde 2011, o Iraque tem dificuldade em estabelecer um governo de coalizão entre grupos xiitas e sunitas.
*Com informações da Agência Lusa
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