Obama fez esta declaração em uma coletiva de imprensa conjunta com o primeiro-ministro japonês Yoshihiko Noda, que alertou sobre uma "grande possibilidade" de a Coreia do Norte realizar um teste nuclear depois do fracassado lançamento de um foguete no dia 13 de abril. A atual administração dos EUA, que fez um acordo, agora fracassado, com a Coreia do Norte em fevereiro, informou que não continuará seguindo o padrão de tentar recompensar o governo de Kim Jong-Un por acenar com mudanças de rumo.
"O que tento fazer, desde que assumi, é garantir que os norte-coreanos entendam que a insistência em vender ao mundo, de alguma forma, uma imagem de bom comportamento da parte deles, está superado", afirmou Obama. Ele acrescentou que os EUA, junto com Japão e Coreia do Sul, estão unidos para que a Coreia do Norte "obedeça as normas internacionais e que não seja capaz de conseguir qualquer coisa com novos atos belicosos".
A Coreia do Norte criticou a reação internacional a seu teste do dia 13 de abril, que disse ter sido um esforço mal sucedido de por um satélite em órbita. Os Estados Unidos e seus aliados acreditam que o lançamento era um teste disfarçado de um míssil de longo alcance.